segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Teoria do Vírus da Raiva
E quando os humanos comem a carne? O que poderá acontecer se esse vírus também evoluir!?
Uma vez é transmitido para uma pessoa, as proteínas defeituosas invadem seu cérebro como fogo numa floresta e o paciente morre dentro de poucos minutos (alguns poucos pacientes sobrevivem de 1 a 2 anos). Se já é tão destrutivo sem evolução... Seria algo estupido de mais? --''
- Como isto pode criar zumbis?
Quando um humano contrai a doença, esta é chamada de doença Creutzfeldt-Jakob.
Alguns sintomas: Dificuldades para caminhar, alucinações, falta de coordenação motora, atrofiação muscular e desenvolvimento rápido de demência.
Isto prova que a infecção generalizada pelo "vírus da raiva" é algo que pode acontecer caso exista uma espécie de vírus mais forte.
- Chances de ocorrer um Apocalipse?
Sabe-se que você só precisa ter falta de serotomina no cérebro para virar uma máquina assassina (testaram em ratos colocando-os em lugares fechados e vendo a violência comer solta). Tudo que precisaria é uma doença que destrua a capacidade do cérebro de absorver a serotomina e pronto!
Teoria dos Nanorobôs
- Como isto pode criar zumbis?
Os cientistas já criaram uma nano-cyborgue, por fusão um minúsculo chip de silicone e um vírus. A primeira coisa que descobrimos é que esses cyborgues ainda pode operar por até um mês após a morte do hospedeiro. Observe como nano cientistas passaram direto para a zumbificação, mesmo nesta fase inicial. Eles sabem onde está a horro.
De acordo com estudos, dentro de uma década eles terão nanorobôs que podem ratrear dentro do seu cérebro e configurar conexões neurais para substituir danificadas. É isso mesmo, os nanorobôs serão capazes de refazerem seus pensamentos. O que poderia dar errado?
- Chances de causar um Apocalipse...
Faça a matemática, as pessoas.
Algum dia haverá nanorobôs em seu cérebro. Aqueles nanorobôs serão programados para manter o funcionamento depois que você morrer. Eles podem formar seu próprio tecido neuronal, o que significa que eles podem usar seu cérebro para manter o seu funcionamento depois do falecido e, presumivelmente, á direita, até que suas peças morram.
Os nanorobôs serão programados para se auto-replicar, a morte do hospedeiro irá significar o fim do nanorobôs. Para preservar-se, eles teriam necessidade de transferência para um novo hospedeiro. Portanto, o último ato de um zumbi nanorobô seria a morder um buraco em uma vítima saudável, deixando que os nanorobôs e monte um acampamento no novo hospedeiro. Assim, eles podem encerrar a parte do cérebro que resiste (o cortéx) e deixe o tronco cerebral intacto. Eles terão acrescentado um novo membro para o exército zumbi.
Entre outras palavras podemos nós mesmos com nossa cede de conhecimento, causar a destruição da nossa raça, bem desagradável essa falta de controle não acham!?
Teoria da Panspermia
A panspermia cósmica se resume em mais uma teoria para origem do planeta Terra. Segundo o seu criador Anaxágoras de Clazómenas filosofo grego e aprimorada pelo físico alemão Hermann Von Helmeholtz, a vida se iniciou fora do nosso planeta, vinda do espaço, através de poeira cósmica, seriam cosmozoários ou germes transportados em meteoritos.Homem Diz Ter Sido Zumbi Durante Anos
Há anos os haitianos são conhecidos mundialmente por suas raízes no voodoo (vodu), que até pouco tempo era praticado por muitos feiticeiros que lucravam por todo o país. Hoje a prática do voodoo se limitou a alguns poucos clandestinos que ainda querem manter a herança de seus antepassados.
O governo haitiano proibiu a prática de certos rituais de voodoo, pois muitas pessoas eram mortas, as vezes sem querer, e outras propositalmente. No mundo inteiro existem pessoas que são consideradas feiticeiras ou curandeiras. Mas as atenções recaem principalmente sobre Haiti pois ocorreram lá vários casos em que mortos voltaram á vida. Hoje, se procurar em aldeias, é possível achar feiticeiros que dizem serem capazes de fazer um morto andar.
Eles não contam o segredo, apenas revelam que utilizam uma poção com ingredientes secretos. Dizem que leva dias para ficar pronta e que se um homem "morrer" pelas mãos daquele feiticeiro servirá a ele até o fim de sua vida.
Esse homem da foto acima, cujo o nome não sabemos, pois não possui identidade, ou certidão de nascimento, diz ter sido um zumbi durante anos.
Ele explica que certa vez, quando jovem, andava pelas ruas de sua cidade e viu um homem mexendo com uma mulher, então decidiu apartar os dois. Foi nesse momento que viu quem era o homem que segurava. Era o feiticeiro local, era um homem temido por todos da região.
Ele conta que o feiticeiro jogou um pó em seu rosto, e que em alguns minutos ficou tonto e desmaiou. Ele não sabe explicar como, mas podia ver tudo o que acontecia em sua volta, porém não conseguia falar.
È provável que esse pó seja a tal poção de que falam os feiticeiros. Ela atua de tal maneira:- Paralisa todos os órgãos, o coração bate tão fraco que somente com aparelhagem avançada é possível notar seu movimento, somente o cérebro continua trabalhando.
- A pessoa enxerga tudo, sente tudo, porém não pode falar, e fatalmente é dado como morto. Provavelmente isso aconteceu com o senhor da foto.
Ele foi enterrado no mesmo dia como indigente em um cemitério público. Segundo os feiticeiros a poção tem efeito durante um dia inteiro.
Ele conta que durante a noite foi desenterrado pelo feiticeiro, e passou a ser visto pelas ruas da aldeia, sendo questionado por alguns. Diz ele que desde então se tornou escravo do feiticeiro, durante anos o serviu.
Seu mestre, como ele chama, morreu há poucos anos e hoje ele é um homem livre. Mas o povo local não o chama de homem, e sim de zumbi, um morto que se levantou de sua cova.
Até hoje cientistas procuram recriar esse pó ressuscitador, mas sem nenhum resultado. Os feiticeiros dizem que levarão seus segredos e rituais para além, e só revelam a aprendizes de confiança. O governo proibiu esses rituais, porém até hoje esses feiticeiros existem e assombram a vida de muitas pessoas.
Dr. Davi Faz Expedição a Procura Do “Pó Zumbi” - Continuação
Outros pesquisadores questionaram a legitimidade da pesquisa de Davis e os reais componentes das amostras que ele trouxe do Haiti. Os cientistas:
- Questionaram a ética de Davis, uma vez que ele assistiu á profanação de túmulos quando estava reunindo os ingredientes do pó;
- Questionaram se as experiências iniciais com o pó eram científicas ou controladas e se outras substâncias teriam sido adicionadas ao pó que estava sendo testado;
- Alegaram que as amostras do pó tinham pouca ou nenhuma tetrodotoxina. Davis reagiu dizendo que o fato de colocar o pó numa solução para fazer os testes poderia ter destruído os ingredientes ativos;
- Relevaram que Davis repetiu suas aplicações locais do pó usando ratos e que não houve efeitos;
- Estudaram vários supostos zumbis e descobriram casos claros de doença mental e falsa identidade.
Muitas pessoas vêem o trabalho de Davis como a única explicação possível para o fenômeno dos zumbis haitianos, ao passo que outras o consideram como algo não científico ou até mesmo fraudulento. Reportagens extensas sobre essa controvérsia apareceram em jornais americanos como o "Science" (edição de 15 de Abril de 1988) e o "The Lancet" (edição de 11 de Outubro de 1977)
Dr. Davi Faz Expedição a Procura Do "Pó Zumbi"

- Uma ou mais espécies de baiacu, que normalmente contém uma neurotoxina mortal chamada tetrodotoxina;
- Uma espécie de sapo boi (Bufo Marinus) haitiano, que produz inúmeras substâncias tóxicas;
- Um sapo de Hyla (Osteopilus Dominicensis), que produz uma substância irritante, porém não mortal;
- Restos humanos.
Além disso, os pós tinham outros ingredientes de plantas e animais, como lagartixas e aranhas, que poderiam irritar a pele. Alguns deles tinham até vidro triturado.
O uso do peixe-bola intrigou Davis. A tetrodotoxina provoca paralisia e morte, e as vítimas de envenenamento por tetrodotoxina normalmente ficam conscientes até poucos instantes antes de morrer. A paralisia os impede de reagir a estímulos, bem parecido com o que Clairvius Narcisse descrevem sobre sua própria morte. Os médicos também documentaram casos nos quais as pessoas ingeriram tetrodotoxina e aparentavam estar mortas, mas se recuperaram completamente.

A foto acima é de um Bufos Marinus um dos ingredientes do "pó zumbi". De acordo com a teoria de Davis, o pó, aplicado topicamente, irritava e rachava a pele da vítima. A tetrodotoxina poderia então passar para a corrente sanguínea, paralisando a vítima e causando sua morte aparente. A família enterraria a vítima e o sacerdote retiraria o corpo do túmulo. Se tudo corresse bem, acabaria o efeito do veneno e a vítima acreditaria ser um zumbi.
Embora a teoria de Davis tenha potencial, ela apresenta algumas falhas. A seguir veremos as controvérsias em torno da pesquisa de Davis.
